16 de outubro de 2007

Transcendência

Ééééé, amiguinhos, é chegada a hora de evoluir. Foram dois bons anos e meio comentando cultura pop, mas eu posso fazer mais que isso. E vou.

Daqui pra frente, o assunto será qualquer coisa, e o ambiente será bem menos… Formal. hehehehe Assim, vai dar pra atualizar mais em menos tempo, e será mais divertido pra quem escreve e pra quem lê. =D

O Televisado não vai morrer. Não chorem. Ele pára por aqui, e haverá posts de cultura pop neste novo blog. Além disso, colocarei links para cá quando for pertinente.

Frasezinha pretensiosa, né? Podem ir se preparando, que daí só piora. ;D

7 de agosto de 2007

Meu primeiro convite: a nata do YouTube

O problogger Carlos Cardoso convidou a minha pacata pessoa para um meme, algo que eu definiria como uma listinha sobre um dado assunto que vai sendo espalhada de blog a blog. Para uma definição melhor, eu sugiro a Wikipedia.

O meme trata de listar os melhores vídeos do YouTube na minha opinião. Portanto, é hora de rasgar mais um pouco a seda daqueles humoristas que eu citara anteriormente, além de mencionar outras pérolas que dificilmente colocaria aqui em outra circunstância. Prefiro não numerar a lista para não causar a impressão de uma ordem de preferência.

Não, não pus os vídeos aqui; cliquem, pombas.

Dreaming of You[Tube], de Tony Huynh
Em seu melhor vídeo, este youtubeiro canadense parodia canções famosas para explicar a complexa problemática dos comentários de ódio em seus vídeos. Admito que rodei várias vezes a parte da Nelly Furtado e decorei o refrão. hahahahahaha

Vídeo Blog 1, de Guilherme Zaiden
O único humorista no YouTube que supera Huynh faz um vídeo só para matar as saudades dos fãs, pois posta pouco, já que tem conexão discada e tem lhe faltado inspiração ultimamente.

O melhor assaltante do ano!
Uma verdadeira jóia do cinema mudo. Nem quero falar muito sobre o que acontece com a loja. Ela será tudo, menos roubada.

Dramatic Chipmunk
Dispensa apresentações. A descrição do vídeo é suficiente.

Pac Man: The Movie
Um trailer falso belíssimo, feito por fãs.

Law and Order Special Letters Unit
A prova definitiva de que humor infantil pode e deve ser para todas as idades. O genial 31 Minutos segue esse mesmo raciocínio.

Eis outros menos maravilhosos, mas que merecem menção honrosa:

Fujiya & Miyagi Ankle Injuries
Entrevista com a Pantera
Entrevista Terra - Tapa na Pantera - ÓTIMA!
Desmaio no Jornal - Bósnia-Herzegovina

Acho que esta é a parte em que eu convido alguém, né
… Bem, quem leu, gostou e tem um blog, fique à vontade. hehehehe

12 de julho de 2007

O que a TV aberta deveria comprar VII

Sobre o penúltimo e o último posts, preciso abordar sua repercussão. Guilherme Zaiden publicou mais um vídeo, melhor ainda que o melhor dele até então. Já para os cosplayers, nem tudo é difamação. Além de terem feito bonito numa disputada edição de A Grande Chance, foram divulgados (DE FORMA POSITIVA) pelo Tribos, do Multishow. Obrigado, Daniele Suzuki e equipe. Não só pelo ótimo programa, mas por aparecerem bem no dia em que eu fui ao evento! hahahahahaha Nos comentários da última postagem, há outros links cospleicos (não, esse adjetivo não existe), inclusive o da fatídica reportagem da Rede Inominável de Televisão.

Muitíssimo bem, chega de revirar o passado. O assunto de hoje é uma animação que acredito que agradará àqueles que curtem Os Padrinhos Mágicos. Seu nome: Yin Yang Yo.

Esses dois desenhos têm em comum um conjunto de aspectos que vão além do traço simples e contorno grosso. Por exemplo, Bob Boyle e Steve Marmel estão envolvidos em ambos, eles estão no mesmo canal, o Jetix ("Padrinhos" é exibido em outros), e as aberturas foram compostas pela mesma pessoa.

O que mais vale ressaltar é que
Yin Yang Yo herda o humor ácido e para todas as idades do seu precursor. Entre as animações infantis e as adultas, fico com as que conseguirem ser os dois.

Nesse link do Boyle e do Marmel dois parágrafos acima, a Wiki diz que deve ir para a inominável. Por um lado, a prece deste post foi atendida; por outro, essa emissora é uma verdadeira anime-kiri battousai (retalhadora de animes), como disse um sábio amigo, tempos atrás.


imagens:
http://atv.disney.go.com/jetix/media/promos/yinyangyo/160x600_yyy.jpg (editada)
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/a/aa/Yin_Yang_Yo%21.jpg

11 de junho de 2007

A Grande Chance de divulgação

Como eu disse nos comentários do último post, escrevo aqui uma vez por mês, mas da última vez fiquei dois meses sem nenhuma novidade. Para compensar, e já que surgiu de repente um assunto ótimo, postarei dois textos quase seguidos.

A Globo (putz, era inominável, né? Foi mal
), com suas reportagens no mínimo estranhas, os faz parecer tontos desocupados. Quem freqüenta os eventos que eles freqüentam sabe que eles não são. Estou falando dos cosplayers.

Neste
post, gostaria de contar sobre um interessante programa da TV aberta – contradição? Concordo – onde eles apareceram. Chama-se A Grande Chance, exibido às terças às 22 h na Bandeirantes. Um programa de perguntas muito simpático onde essa brava gente fantasiada deu um show, mesmo não vencendo. Foi por muito pouco… Aliás, a impressão de que tenho é de que é sempre por muito pouco; tomara que toda semana seja disputadíssimo como foi na última terça.

Ainda assim, o assunto de hoje não é exatamente o
A Grande Chance; é o que oportunidades como essa implicam: o aumento do espaço na mídia que os cosplayers recebem, e em emissoras abertas que não sejam a inominável. Por exemplo, também na Band (ôôôôô, Jesus, até eu tô assustado… Juro que não recebi nada da Band pra escrever isso! XD), o A Noite é uma Criança mostrou o Anime Friends 2006.



A moral da história é que o negócio agora é torcer para que
… Não, melhor, ajudar a fazer com que a imagem que o país tem dos praticantes do cosplay seja cada vez menos baka e mais sugoi, e aí sim, os otakus poderão dominar o mundo, como vivem dizendo no Orkut

imagem: http://i82.photobucket.com/albums/j255/hyoga_de_toalha/assinatura-1.jpg

3 de junho de 2007

Ave Internet, cheia de graça

Eu poderia ter falado de Psych e "WWTBAS" em dois textos separados. Sinto que o O que a TV aberta deveria comprar VI ficou grande demais. Aliás, não só sinto, como constatei que foi uma das duas únicas postagens da série que tiveram quatro parágrafos; todas as outras tiveram três. Assim, é melhor o querido leitor tratar esse último post como dois, até porque no fundo é isso mesmo: um parágrafo para Shawn Spencer e os posteriores para Stan Lee.

É com muita alegria que hoje volto à categoria Internet (até agora foi um post só a respeito, e mesmo assim puro jabá). A bola da vez é o humor na rede. Quem já navega há bastante tempo como eu inevitavelmente acaba conhecendo ótimos sites de humor, como o Charges.com.br, cujo link nem vou pôr porque é famoso demais – já apareceu até no Faustãohehehehe Entretanto, o YouTube, por exemplo, tá repleto de gente boníssima na arte de fazer rir, mas que infelizmente não repercute fora da Internet.

Um bom exemplo que descobri graças ao Poltrona.TV (na lista de links à esquerda) foi o brasiliense Guilherme Zaiden. Este comediante amador, mas muito melhor que muitos que se acham profissionais, é versátil nos alvos de chacota: emos, evangélicos, a própria mãe, ele mesmo… Tudo devidamente armazenado no YouTube. E pensar que tudo é levado até lá com conexão discada

Outro que não posso deixar de mencionar é o sensacionástico Ronald Rios. Ele também pode ser encontrado no YT, mas tem um blog próprio, o Fotos da Sandy Pelada, onde descarrega o seu humor sofisticado. Não se preocupem, é só um título nonsense; não há foto alguma da Sandy à vontade. Afinal, ela a única pessoa no Brasil que disse que jamais posaria e não posou mesmo. XD Só não está nos recomendados porque não fala do mesmo assunto deste blog. Pensando bem, eu poderia dividir em cultura pop e outros assuntos, né… Sabe o que mais? Daqui em diante, terei o FSP nos links relacionados sim.

Também merecem ser lembrados os divertidos Natalie e Tony, os quais, além de Zaiden, assino no YouTube.


imagem: edição de print screen de http://www.youtube.com/watch?v=ueaxZHJBnUM

6 de abril de 2007

O que a TV aberta deveria comprar VI

Antes de começar este O que a TV aberta deveria comprar, queria citar um programa que eu só não vou colocar na série porque a Record já comprou: Psych. Muita gente caiu na tentação de compará-lo a Monk, o que acho uma péssima idéia. Primeiro, porque é covardia comparar um sucesso de audiência no Brasil e nos EUA com uma estréia, e segundo porque, mesmo assim, levando em conta apenas os episódios mais recentes, Psych ganha. Enfim, passa no Universal Channel e é mó barato. hehehehe

O assunto de hoje é o
reality show Who Wants to Be a Superhero?, exibido no Sony, que só pela idéia excêntrica já vale uma espiada. Trata-se de Stan "The Man" Lee selecionando dentre 11 candidatos quem será o próximo grande super-herói – "the next great superhero", da forma como eu traduzo. Isso significa ter sua própria HQ, um longa-metragem para a TV, e outras coisas que não me vêm à cabeça agora porque eu devia ter escrito esse post há uns dias, quando estava tudo fresco na memória.

A sacada desse programa são as provas: é impossível testar os superpoderes das personagens, logo, o que é realmente avaliado são os poderes das pessoas. Caráter principalmente, mas também inteligência, coragem
Por outro lado, devo avisar que o comportamento dos participantes às vezes soa meio forçado, mas será mesmo que alguém acha que nada é combinado? (Também não estou dizendo que tudo o seja, se não, não teria graça nenhuma. Vocês que já viram, não me linchem!) Um indício de que nem tudo é o que parece, o telespectador atento que for fã de Lizzie McGuire poderá perceber no episódio 4, na prova dos "condenados". Pois é, prisioneiros entre aspas.

Ah, um último detalhe importante: é pequenininho, tem seis episódios, logo, não vai custar muito comprar isso. Então, vai, SBT, Record, Rede TV!, por favoooooor… Afinal, foi um sucesso de audiência lá fora, pô!


imagens:

http://www.popmatters.com/tv/reviews/p/images/psych-060713.jpg
http://www.scifi.com/superhero/images/gallery/season01/large/pic_17.jpg

9 de março de 2007

Podem contar comigo

Este é o primeiro – e provavelmente o último – post que não fala sobre cultura pop. Nem irei divulgá-lo muito, pois ele só serve para dizer que agora tenho um contador de visitas. Procurando um pouco (bem pouco mesmo, menos do que eu esperava, foi muito fácil) no Yahoo! Answers, vi que o melhor site para isso era o StatCounter, e tratei de me inscrever lá, gratuitamente, é claro.

Agora, no canto esquerdo, logo abaixo dos links, haverá um simpático retângulo com o número de visitas (para quem saca do assunto, não únicos, mas sim pageloads) ocorridas desde o dia 28 de fevereiro. Como eu já esperava, e acredito que aconteça em qualquer blog, muita gente entra, mas pouquíssima comenta. O contador apenas me ajudou a confirmar o que eu já sabia. hehehe

P. S.: O Statcounter permite ao dono do blog colocar um número positivo no contador, o que considero trapaça. Portanto, comecei do zero mesmo. Este é o número total de visitantes desde o dia 28, sem tirar nem pôr.

8 de fevereiro de 2007

Os Castores Irados


Antes de mais nada, isto pode ser uma boa notícia para quem assina TV fechada. É claro que é só em São Paulo, e é temporário, mas eu sou otimista.

No assunto de hoje, o "irado" do título não é aquela gíria estúpida. Norbert e Daggett devem estar de fato muito zangados, e eu direi porquê. Os leitores assíduos do Televisado talvez tenham percebido que às vezes eu me irrito quando o assunto é cultura
pop. A última vez que isso aconteceu foi quando abordei o preconceito da sociedade contra o RPG, e antes quando o Boomerang se descaracterizou, tornando-se infantil. Pois bem, é hora de mais um post fulo da vida! E o assunto é uma das melhores coisas que já passaram na Nickelodeon: Os Castores Pirados.

O descaso dessa desagradável emissora não é só com o cartoon em questão. A Wikipedia nos informa, em inglês (no 4º parágafo) e português (3º e 4º), que a Sickelodeon - trocadilho meu mesmo - evita produzir novos episódios dos desenhos, preferindo lucrar com reprises. Além disso, é dito que o canal tem uma questionável
política de nunca avisar quando uma série acaba, que é exatamente o que faz o último episódio do desenho, Bye, Bye, Beavers, que nunca foi ao ar. Baixei um trecho em inglês desse polêmico episódio aqui. O último parágrafo de um texto mais minucioso de Micah Wright, que escreveu alguns episódios, também esclarece esse caso.

O abandono não pára por aí: a Nick nem se deu o trabalho de lançar Norb e Dag em DVD! Em outro trecho da Wikipedia, fiquei sabendo que tudo que há são DVD's
piratas. É um começo. E depois perguntam porque os brasileiros simpatizam tanto com a pirataria

Finalmente, não mais falando dos Castores, mas ainda denunciando a Nick, penso em Os Padrinhos Mágicos. Quantas pessoas sabem que eles são cria da Nick, apesar de terem sido alçados à fama graças ao Jetix - e um pouco à Disney e até àquela
emissora aberta inominável - e só recentemente voltaram para casa (onde são reprisados exaustivamente, diga-se de passagem)? Será que Cosmo, Wanda e Timmy seriam sinônimos de humor de excelente qualidade para todas as idades se tivessem ficado na Nickelodeon todos esses anos? A resposta eu sei que todos os fãs sabem.


imagens
http://www.nickelodeon.com.au/downloads/Wallpapers/Angry%20Beavers/angry-beaqvers2_1024x768.jpg
http://www.ezthemes.com/previews/a/angry_beavers.jpg

18 de janeiro de 2007

O que a TV aberta deveria comprar V


Senhores! Tenho uma notícia terrível relacionada a este post. Por que tudo que é bom – ou pelo menos muito melhor do que as novelas daquela emissora – tem que durar tão pouco?

O programa "homenageado" de hoje é a interessantíssima Numb3rs (que se lê "Numbers" mesmo, esse três é um estilinho besta hahaha). Trata-se de um agente do FBI que resolve casos enrolados (e alguma série de investigação tem casos fáceis?) com o auxílio do irmão matemático. A série pode até não fazer o telespectador gostar de Matemática – o que provavelmente não é a intenção mesmo –, mas certamente o fará reconhecer a sua utilidade.

Passava no Telecine essa belezura, mas agora nem isso… Numb3rs
não dá as caras nem na fechada, e eu aqui pedindo que ela chegue à aberta… Que ironia cruel.

imagem:
http://www.brionhet.com/wallpapers/Numb3rs02WP1024x768.jpg

29 de dezembro de 2006

Sai de baixo, Springfield


OMG! Nem eu acredito em quanto tempo eu fiquei sem postar! Não pensem que fiquei fora quase dois meses porque não tinha assunto. Eu sempre tenho assunto; o problema é tempo. he he he Nas férias, não há mais motivo para adiar esta postagem.

Porém, antes do assunto de hoje, há mais um eco do meu melhor post que não posso ignorar. Dêem uma olhada neste outro link sobre RPG. Este é contra a atividade, e cita o caso de Ouro Preto, exatamente o que o link da Editora Daemon, que já coloquei aqui anteriormente, deixou claro que não tinha a ver com RPG. O cúmulo da ignorância...

Finalmente (só no terceiro parágrafo, que absurdo), venho abordar o assunto de hoje: o sitcom da família mais maluca e amarela da televisão, Os Simpsons. E venho falar mal. Das primeiras temporadas eu não vi quase nenhum episódio, mas devem ser interessantes. Mais pro meio da série, é onde fica realmente bom.

O problema são as temporadas mais recentes. Lembro-me de um episódio em que, no final, uma musiquinha diz que ainda há várias idéias para as próximas temporadas. Lamento discordar. As histórias estão ficando absurdas. Bem, isso sempre foram; estão absurdas demais. Os Simpsons deveria sair de cena enquanto está em alta, como fez TV Pirata.

Se não, acontecerá com Homer e cia. o que aconteceu com Caco Antibes e cia. Sai de Baixo começou hilária e com um elenco de primeira, mas, depois de quatro anos, mesmo com o elenco continuando ótimo, as idéias se esgotaram e os roteiros se imbecilizaram. Os dois anos que sucederam foram decepcionantes e a série se despediu deixando um gosto amargo para os telespectadores, e não um gostinho de "quero mais", como deveria ser.

Resumindo, melhor os criadores encerrarem logo o desenho e se concentrarem no tão falado filme d'Os Simpsons! Ha ha ha ha!

imagem:
http://www.blogas.lt/uploads/pragaro0ragana_simpsons-family.jpg

3 de novembro de 2006

Prazer em ver… Nickelodeon?


Num assunto não relacionado, o site do Anime Family já está fora do ar! Estar fora do ar é uma boa notícia, porque pelo menos não estão mais avisando mais que o evento é em julho. Em outro assunto não relacionado, fiquei impressionado no último post com a impopularidade do Ciência Travessa… :(

Agora sim, no assunto de hoje, como mencionei da última vez, a Band "me surpreendeu fazendo acordos com a Nick". Pra ser mais claro, a Bandeirantes recentemente estreou um bloco de programação nickelodeana chamado Pic Nick Band, com Normal Demais, Ei, Arnold!, Catdog e Doug, coordenado por uma ex-apresentadora do Zapping Zone (do Disney Channel), Daniela Marcondes.

Uma emissora aberta faz aí propaganda explícita de uma fechada, citando-a até no nome do bloco, e isso é uma novidade, mas jamais faria um post só por isso. Faltou dizer que o Pic Nick começa às 20_h 10 min: isso é o que mais me chama a atenção, pois é (bem, tomara que seja) o início de uma revolução na grade noturna da televisão aberta. O TV Kids da Rede TV! é das 18 h às 18 h 45 min, o que não tem nada de revolucionário, porque até a sua finada ancestral Manchete passava, se não me engano, Yu Yu Hakusho e Shurato nesse horário.

Agora, passar programação infanto-juvenil às oito horas da noite? Uau, isso é novo, e, mesmo que eu não goste muito de nenhum dos seriados desse recém-criado bloco, torço para que ele vingue, e a pirralhada pare de se render aos encantos das novelas das 9 (não, não são das 8) da emissora inominável.

Ei, espero que tenham entendido o título. É uma referência ao slogan da Bandeirantes. he he he he

imagem:
http://www.anime.com.br/br/images/stories/2006_09/picnick_logo.jpg

6 de outubro de 2006

O que a TV aberta deveria comprar IV


Antes de começar, ainda sobre o assunto do último post, achei este texto. Pena que esteja dentro do Orkut, então, os que não estão inscritos na rede de relacionamento não poderão lê-lo. Conto com o altruísmo daqueles que estão para mostrá-lo aos outros. hehehehe

Bem, voltando – aliás, nem cheguei a ir – ao assunto desta postagem, lembram-se de Drake & Josh, minha primeira indicação? É uma série engraçada, que não exige tantos neurônios, assim como as outras séries que citei no fim desse primeiro post. Porém, o público não vive só de piada. É preciso um pouco de aventura, com mais complexidade no enredo, coisa que Ciência Travessa tem a oferecer.

No Jetix, a série teve sua primeira temporada inteira exibida. A segunda foi anunciada, mas foram ao ar torno de quatro episódios apenas, nos fins de semana, e dá-lhe reprise de novo! Grrr Mas deixando o descaso da emissora fechada de lado, é importante que o SBT, a Record, ou mesmo a Band (que agora me surpreendeu fazendo acordos com a Nick) – enfim, qualquer uma aberta menos aquela cujo nome me recuso a mencionar, aquela que retalha animes – veja nesta ótima série australiana uma oportunidade de ganhar audiência de todas as idades.


imagens:
http://www.jonathan-m-shiff.com.au/ws/wallpaper_leads.jpg
http://www.zdf-enterprises.de/download/presseinformationen/124/Wicked_Science2_Kk.jpg

8 de setembro de 2006

Força 10, Inteligência 8, Hipocrisia 1000

Eu não jogo RPG. Em itálico, acho que fica destacado o suficiente no texto e na cabeça do leitor ou leitora. Mesmo não sendo fã da atividade (não é muito correto chamar de jogo), sou forçado a admitir que ela pode estimular o raciocínio das pessoas e torná-las mais desinibidas, além de às vezes ser usado até como ferramenta pedagógica. Estou falando de Role Playing Games de livros, não da febre Ragnarök, do rejeitado Tibia, do respeitado Priston Tale, do tradicional Warcraft etc. Esqueçam os MMORPG's; estou falando de Vampiro: A Máscara, Lobisomem: O Apocalipse, GURPS, Dungeons & Dragons e coisas assim (tive uma ajudinha do meu primo, que me passou este site com os nomes he he he).

Não querendo descrever demais e nem mesmo elogiar muito essa literatura, prefiro me concentrar no lado ruim da história: a injustiça de que mestres e jogadores são vítimas. Rotulá-los como nerds, bem, isso eu acredito que eles levem na esportiva, alguns até gostam dessa alcunha. Eu, particularmente, nunca tive acesso a uma definição clara do que vem a ser um nerd. De qualquer maneira, esse é um tipo de ignorância da parte de certos "leigos" que é tolerável.

O que é inadmissível, por exemplo, são as suposições ridículas de que os jogos de interpretação de papéis sejam, para não usar palavras fortes, anti-cristãos. Ao ver sites como este, é rir pra não chorar. Pior ainda que isso, só associar o RPG a CRIMES. Isso mesmo, leiam e espalhem estes três casos e saberão do que estou falando.

Queria saber se essa palhaçada é só no Brasil ou se o boato supera o fato no mundo inteiro… Patético.

20 de julho de 2006

O que a TV aberta deveria comprar III

Dando continuidade a esta minha série fabulosa (mais posts, mais modéstia), venho hoje falar de um genial live-action sobrenatural exibido no Sony Entertainment Television, que faz bastante sucesso aqui e nos States: Charmed. Ironicamente, no momento em que publico este post, faz bem pouco tempo que a série acabou no Brasil, após oito temporadas. Nos EUA, ela se encerrou em abril.

A trama gira em torno de três irmãs que descobrem que são descendentes de uma longa linhagem de bruxas. Desenrolam-se daí lutas com demônios, warlocks e outras criaturas desagradáveis, com direito a ótimos efeitos especiais, que se equilibram com uma dose muito bem-vinda de romance e comédia. O maior erro que alguém que já tenha ouvido falar nesta série pode cometer é equipará-la a Buffy e Angel, só porque são todas mágicas; considero Charmed muito superior a estas em termos de enredo e premissa.

Vale a pena, então, torcer para esta
dramédia adorável ir parar fora do cabo, na grade da Rede TV!, Record ou Band. (Aquela que eu não citei, mas está na cabeça de todos vocês que estão lendo, bem, essa emissora aí não sabe exibir seriados; parem para pensar no que ela fez com Monk).

imagem:
http://www.adospace.com/Portals/99/Fonds/Charmed1.jpg

13 de junho de 2006

Nem só de Family vive o carioca

Este blog corre o risco de ficar otaku demais e perder a universalidade midiática (agora eu falei difícil!) que eu queria dar a ele. Os três próximos posts serão ocidentais, prometo, porque já tenho os assuntos em mente, mas preciso falar do maior evento de cultura pop oriental do estado do Rio de Janeiro: o Anime Family. Não pretendo puxar o saco nem marretar demais o Family, apenas discutir se ele tem realmente potencial, e compará-lo ao gigante de São Paulo, o Anime Friends.

Bem, os cariocas temos que reconhecer a superioridade do Friends em todos os sentidos: fama, duração, tradição, público… Com início em 2003 (disso eu não sabia de antemão, valeu de novo, Wikipedia), é a única convenção, que eu saiba, que tem mais de dois dias, e quase a única que não atrai apenas o estado inteiro, mas o país inteiro. E o mais importante: é o maior evento de anime e mangá da AMÉRICA LATINA e eu que pensava que era só do Brasil e já achava o máximo he he he também, já era de se esperar que o Brasil fosse o líder na América Latina em mais essa área.

Sendo assim, estamos morrendo de inveja de São Paulo, certo? Certo! Não, não é uma pegadinha! Podem responder que sim à vontade! A coisa certa a fazer não é reprimir essa inveja, mas canalizá-la de forma positiva, sem odiar e rejeitar o Friends, nem endeusá-lo e aceitar que nunca chegaremos ao seu nível. Em alguns anos, quem sabe o Family também consiga atrair fãs de anime, mangá, cosplay e tokusatsu de todo o Brasil. Para isso, o que nós, fãs que não organizam os eventos, devemos fazer é continuar freqüentando, o que garante público e dá força e visibilidade ao evento.

Muitos, entretanto, certamente vão me acusar de otimista, por pensar que tudo depende dos fãs, e com razão, pois o site do Anime Family está mortinho da silva, totalmente parado. E falta menos de um mês para a data prometida, 8 e 9 de julho. A esta altura, já podemos desconfiar de que a inscrição "site em breve", que se lê ao acessar a página do evento, não é verdadeira. Além do mais, o próprio site da Yamato está tão desatualizado que nem faz menção ao Family. Lamentável… O de 2005 foi excelente… Será o primeiro e único? Será que não houve público suficiente ano passado (muito improvável)? Será que é puro descaso da Yamato com o Rio?

Em vez de responder a essas perguntas, esquecê-las pode ser uma boa maneira de não se estressar com a letargia do Family. Na minha humilde opinião de quem só foi a cinco convenções na vida, a melhor opção para quem quiser tirar a Yamato da cabeça é freqüentar as várias edições anuais do Anime Center, que pipocam pela Cidade Maravilhosa sem um endereço fixo. A próxima será dentro do Top Game Show, "a maior feira de games do Rio de Janeiro", como o próprio site a descreve, no Riocentro. É ótimo saber que nem tudo é Yamato. :D



imagens

http://www.animefamily.net/Anime%20Family%202006_arquivos/ac.gif
(editada) http://www.animecentereventos.com.br/dayafter/images/vemai2.gif



1 de maio de 2006

Retrospectiva

Caros leitores, esta é a 17º postagem do Televisado, e ao longo deste ano e um mês de existência do blog, muitas opiniões minhas não são mais as mesmas, outras eu confirmo até hoje. Por isso, não custa nada passar o olho nos posts anteriores e ver se eu ainda concordo com o que eu mesmo disse:

Viva o Casseta! e A evolução do "Zorra": bah, os humorísticos da TV aberta não são lá essas coisas. As piadas e as histórias ainda são muito repetitivas e perdem a graça rapidamente. Sensacional mesmo, só TV Pirata, ô, saudade... Hoje, considero A Grande Família o único realmente bacana, mas ainda não vi nenhum episódio este ano.

Amem-no ou deixem-no!: ratifico o que eu disse, ou melhor, o que Layla Rodrigues disse e eu colei com a devida autorização, em maio do ano passado. A Globo é especialista em destruir desenhos animados. Do pouco que eu sei sobre TV aberta, sei que a Record pelo menos não corta as aberturas.

Atenção, atenção, atenção!: O link da Arca já está à esquerda com os dos outros dois sites de cultura pop. Recomendo também o Flowers of Blood e o YYH Unlimited para quem quiser informações e a trilha sonora do desenho Yu Yu Hakusho.

Animax para todos: pra falar a verdade, animes veiculados na televisão podem decepcionar os fãs, seja pela dublagem, seja por erros de tradução, seja pelos cortes. Por isso, o Animax só é uma boa idéia se respeita o material que exibe, fornecendo versões originais (mesmo que passe também as dublagens) e evitando a censura a todo custo. É claro que os downloads ainda são uma excelente opção para quem não quer depender de grades horárias e faz questão das vozes originais (o que é exatamente o meu caso ha ha ha).

Será que vocês que comentam também mudaram seus gostos televisivos?

22 de abril de 2006

O que a TV aberta deveria comprar II

Não pensem que eu esqueci a espetacular (sintam a modéstia) série de postagens O que a TV aberta deveria comprar. Esse último post, sobre o Boomerang, não foi planejado; foi apenas um resultado da minha indignação he he he


O segundo programa que indicarei aqui é Avatar - A Lenda de Aang, um desenho com traços que lembram anime, exibido na Nickelodeon, e que nos EUA já está quase na 2ª temporada.


Confesso que não simpatizei com o desenho, porque essa lengalenga de "os quatro elementos precisam estar em equilíbrio, se não vai ser um desastre" é muuuuuuito cansativa.

Porém, as cenas de luta têm uma serenidade que eu não esperava ver num desenho animado, coisa que só se vê em O Clã das Adagas Voadoras e outros filmes afins. E o humor compensa a falta de história. Assim, Avatar é um desenho… Uh… Simpático, e que já fez sucesso em todo o mundo, portanto, merece a TV aberta brasileira.

imagens
http://www.absoluteanime.com/avatar_the_last_airbender/_index.jpg
www.comic-con.org/wc2005/assets/nick_avatar.jpg

1 de abril de 2006

Para crianças?!

Boomerang: o que é bom volta. Esse slogan, que explora brilhantemente o duplo sentido do nome do canal, infelizmente, não passa de um trocadilho bem feito. O Boomerang traiu sua proposta inicial de exibir desenhos clássicos, e hoje, não passa de um quintal do Cartoon Network, isto é, mostra tudo aquilo de que o CN quis se livrar, seja porque dá pouca audiência, seja porque é velho demais. Por exemplo, o que Garfield e seus amigos e Garotos Tom e Jerry estão fazendo numa emissora que teoricamente só passa desenhos da década de 80 para trás?

A gota d'água mesmo foi há uns dias, quando vi um anúncio a respeito do que acho que posso interpretar como uma "reforma" do canal. Estão hipocritamente alegando que o Boomerang será em breve "o novo canal para crianças". Como assiiiiiiiiim?!?!

Falo de hipocrisia porque o Boomerang foi concebido para reviver os clássicos, o que acarretaria uma maior variedade nas opções televisivas das crianças e nostalgia nos adultos. Agora, quem manda no Boom resolveu negar o seu passado e fechá-lo ao público adulto. Será apenas mais um canal para crianças

imagem
http://www2.uol.com.br/ohayo/v2.0/anime/noticias/mar28_boomerang1.jpg

16 de março de 2006

A única que presta

Fiquei semanas resolvendo se postaria ou não sobre Bang Bang, sob pena de parecer noveleiro o que, pelo menos no Brasil, é, sim, uma ofensa , e cheguei à conclusão de que esse programa merece uma rápida apreciação aqui no Televisado. Tá legal, foi falta de assunto mesmo

Pra começar, uma grande surpresa: é uma novela boa! Jamais pensei que usaria as palavras "novela" e "boa" na mesma frase. Toda novela das sete da Globo que se preze precisa ser essencialmente engraçada (Da Cor do Pecado foi um caso estranho, cujo sucesso se deveu a outros fatores) e essa não foi exceção. Entretanto, o seu diferencial foi a ação. O humor é muito bem-vindo, mas isso muitas outras novelas das 7 já tiveram. Já a pancadaria era tudo que faltava nesse horário! Yaaaaay!

É claro que o enredo também tem que contribuir para toda essa qualidade. Nos primeiros meses, a trama estava coerente, e a média de audiência do primeiro capítulo foi maior que a média de toda a novela anterior (informação retirada de algum lugar da comunidade da Bang Bang no Orkut), o que prova que a trama, no início, era atraente.

Infelizmente, depois de um terço de novela, o pastelão passou a reinar soberano. O humor continou existindo, mas num formato mais bobo. O enredo piorou, e muito, em nome da audiência. Pois é, a audiência caiu. Deve ser porque a novela era boa demais e o público não quer qualidade; prefere clichês. Ao invés de uma só história sólida, a novela se tornou um monte de historietas de uma semana sem falar da rotatividade excessiva no elenco ; ficou parecendo Flora Encantada.

Logo, Bang Bang teve a seguinte trajetória: um começo muitíssimo promissor, que trouxe a qualidade, que trouxe a queda na audiência (já expliquei este paradoxo, pô), que trouxe o arrocho nas verbas de produção, que trouxe a queda de qualidade. Resumindo, a novela acabou ficando medíocre exatamente porque no início era boa. Portanto, no Brasil, nenhuma novela pode se manter boa do início ao fim.

Além desse simpático texto que saiu da minha cabeça, recomendo também este. Espero ter explicado direitinho por que Bang Bang será provavelmente a única novela que verei inteira na vida. A não ser que voltem a passar Que Rei sou Eu? he he he

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http://bangbang.globo.com/Novela/Bangbang/foto/0,,3789562,00.jpg

3 de março de 2006

O que a TV aberta deveria comprar I


Monk. CSI. Sinistro. Séries bacanas que a Record e o SBT fizeram muito bem em comprar. Se eu pensar em desenhos, me virão à cabeça Os Oblongs, Mission Hill e Diabólico e Sinistro O Show. Tudo bem que alguns que eu citei já saíram do ar, mas foi bom enquanto durou. Pelo menos o povo sem cabo pôde conhecer um pouco desses programas.

Mesmo assim, nós, amantes da cultura pop, temos muito trabalho pela frente. Ainda tem muita coisa boa que só quem tem cabo conhece. E o objetivo desta série de posts (sim, serão vários, esse é apenas o primeiro, olha o título) é mostrar aos que tentam sobreviver com 7 canais nenhum deles muito bom o que eles estão perdendo.

Uma ótima série cômica que a maioria dos brasileiros não conhece é a hilária Drake & Josh. O produtor desse sitcom é Dan Schneider, o mesmo gênio por trás de Kenan & Kel e O Show da Amanda (obrigado, IMDB, por confirmar minhas suspeitas). Portanto, quem gostou de Kenan & Kel vai adorar Drake & Josh.

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http://msnbcmedia.msn.com/j/msnbc/Components/Photos/040506/040506_joshdrake_hmed_1p.hmedium.jpg

24 de fevereiro de 2006

Ainda sobre os blocos para adultos…

Além dos clássicos, as animações para adultos são o meu ramo de interesse quando o assunto é desenho animado. Expandindo um pouco o assunto e incluindo os live-actions nessa história, chegamos a uma discussão interessante, que é a explosão dos blocos para adultos – acho que três já dá pra considerar uma explosão, né?

Do Adult Swim e do Não Perturbe eu já falei no post do dia 16 de dezembro. Até então, eram os únicos blocos para adultos. Então, surgiu, faz poucas semanas, o Nick at Nite. Estrutura semelhante à do Adult Swim: dura 6 horas por noite, contudo, só 2 contam, porque o resto é reprise, e nenhum anúncio tem a ver com os programas que passam fora do bloco.

Nem mesmo o motivo de podermos dizer que esses três blocos são para adultos é o mesmo. O AS tem um conteúdo adulto, e é o único que realmente não é recomendável para toda a família. O NP é mais "certinho", pois todas as suas séries são de meia hora - um formato muito mais tradicional que os desenhos-relâmpago de 15 minutos, sem intervalo comercial, do Adult Swim –, e a Fox é bem mais pontual que o Cartoon – o próprio AS admite numa vinheta: "não somos muito pontuais". E, é claro, os desenhos não são tão "sacanas" quanto as piadas mais pesadas do Adult.

Já o Nick@Nite… Aaaaah, o Nick@Nite... Esse não tem NADA a ver com a concorrência. É direcionado ao púbilco adulto porque explora um ponto fraco dele que os outros dois preferiram ignorar: a nostalgia. Os fãs dos clássicos imortais Jeannie é Um Gênio e A Feiticeira que tiverem cabo podem respirar aliviados. A Rede TV foi estúpida o suficiente para tirar este último do ar, porém, a TV fechada não é burra a esse ponto, he he he.

Conclusão: o único erro da Nickelodeon foi chegar atrasada. Ela e o Cartoon, as duas emissoras infanto-juvenis mais badaladas – bem, do Animax eu não posso falar, porque eu não tenho, vide post anterior –, resolveram se contradizer e reservar parte das suas grades aos maiores de idade. Sem falar que o Nick at Nite é todo santo dia. Tudo pela audiência… Só o Discovery Kids mesmo é que não pode deixar de ser exclusivo dos pirralhos

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http://www.fiftiesweb.com/tv/i-dream-jeannie-c.jpg

14 de fevereiro de 2006

Animax para todos

Eu sempre quis ter acesso àquele canal da TV fechada que só passava anime, o fabuloso Locomotion. Só conhecia de nome por textos da Internet e papos com amigos na escola.

Em 31 de julho de 2005, o Locomotion deixou de existir. Foi devorado pela impiedosa Sony Entertainment Pictures Latin America (obrigado, Wikipedia, pela ajudinha) e passou a se chamar Animax. Mesmo de dono novo, para nós, assinantes de Sky e Net, não fez a mínima diferença, pois continuamos sem o Animax. Comunidade no Orkut é uma boa idéia, até estou nela, porém, o que realmente pode fazer efeito é uma petição.

Sendo assim, entre aqui se você acha que um canal que passa 24 horas de anime por dia não pode ficar de fora dos pacotes da Net e da Sky.

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http://www.animax.co.jp/program/image/animax.jpg

13 de fevereiro de 2006

Briggs e seu clone

Não é a proposta deste blog falar de coisas que acontecem comigo, mas desta vez, eu tenho que falar do que aconteceu no Anime Center Verão. Estive cara a cara com o mestre Guilherme Briggs, o dublador que mais trabalha nesse país. Bem, pelo menos é o que parece; a lista de personagens que ele dublou é a mais extensa que já vi. Se bateu uma curiosidade sobre ele agora, visite a Arca (é um dos links à esquerda) e procure nas entrevistas.

Eeeei! E o título? De que clone eu estou falando? É que o Alexandre Moreno (que não pôde comparecer ao evento, que pena) tem uma voz idêntica ao do Guilherme. Ou vai me dizer que nunca pensou que o Síndrome (vilão de Os Incríveis) e o Freakazoid tivessem o mesmo dublador? O Síndrome é o Moreno e o Freakazoid é o Briggs. Pasmem.

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http://a-arca.uol.com.br/v2/images/acetato_artigo_guilhermebriggs_entrevista_01.jpg

23 de janeiro de 2006

Diabólico e estranho

Tsc, tsc, tsc, já vi que vocês têm medo de post grande, então vou escrever menos sobre mais assuntos. Hoje quero falar do SBT passando As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy e Mal Encarnado.

Heeein? Mas não são desenhos do Cartoon Network? Sim, esperto leitor, e o Sistema Brasileiro de Televisão tratou de exibi-los em torno de meia-noite e meia, nas madrugadas de sexta para sábado.

Curiosíssima essa atitude da TV aberta, não? O Bloco Diabólico e Sinistro - O Show está sendo tratado como desenho para adultos, e chega a concorrer com o Adult Swim. Vai entender esses malucos...

O importante é que mais uma boa animação chegou àqueles que não têm TV a cabo, e a Globo não tem nada a ver com isso! ha ha ha ha Até porque, se tivesse, só passaria meia dúzia de episódios, todos editados.

16 de dezembro de 2005

Só para altinhos

Perdoem a longa ausência, eu posto quando eu posso. Desta vez, vou falar um pouquinho dos blocos de desenhos para adultos.


O simples fato de existirem desenhos para adultos já é prova suficiente de que desenho animado não é coisa só de criança. É algo universal, sem idade certa. Tanto é que, no tempo do surgimento dos clássicos – décadas de 1940 a 1960, aproximadamente –, as crianças viam os desenhos nas suas tevezinhas preto-e-branco, certo? Nope. Era um monte de marmanjos numa sala de cinema.


De qualquer maneira, minha intenção aqui não é dar aula de História da Animação Ocidental. O que me interessa é falar dos blocos adultos da Fox e do Cartoon Network, respectivamente o Não Perturbe e o Adult Swim.


O Não Perturbe chegou antes ao Brasil e, além de levar para fora do fim de semana desenhos consagrados, também serviu para trazer excelentes estréias. Já o “Adult” preferiu investir num humor mais bobo e nonsense, e fez muito bem em ressucitar Space Ghost de Costa a Costa.


Curiosamente, eles não concorrem. O “NP” é às segundas e terças e o “AS” é de sexta a domingo. Então, os fãs de animação como eu podem rir muito com os dois. (Confesso que vejo mais do “Adult”, mas tem repetido muito e o The Wrong Coast é excelente.)


Meu palpite é que o CN viu que o Não Perturbe dava audiência e resolveu correr atrás do prejuízo he he he É claro que já fazia algum tempo que o Cartoon tinha planos de trazer o Adult Swim para o Brasil. Pena que o “AS” dos EUA seja tão diferente, tem até Inu-Yasha

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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/8/89/Adultswim-logo1.png

30 de outubro de 2005

A evolução do "Zorra"

Desculpem falar tanto de TV a cabo. Lá vai um post sobre TV aberta:

Como eu disse no primeiro post, a única coisa interessante que a Rede Glóbulo de Televisão piadinha roubada do Pânico na TV passa são os programas de humor. (Bang Bang é uma exceção, mas não vamos falar disso agora.) Na época daquele post, entretanto, eu desprezava o Zorra Total, por causa da mesmice dos quadros o do Severino, por exemplo, até hoje, é idêntico todo santo sábado e da apelação.

Mas isso mudou! Finalmente os roteiristas se tocaram! Finalmente perceberam o óbvio: NINGUÉM, nem mesmo quem gosta da apelação e das piadinhas repetitivas, aguentava mais! E resolveram fazer algo muito sábio: arrancaram fora todos os quadros sem sentido, como a Efigênia e aquela idiotice do "pezinho pra frente, pezinho pra trás". Sem essa gordura altamente prejudicial à nossa saúde mental, o programa se tornou light; ficou menor, mas mais fácil de digerir.

Para se aproximar mais ainda da perfeição, o humorístico global rejeitado pelo público precisa apenas se livrar dos bordões desnecessários. Por que é que praticamente todos as esquetes têm que ter uma frasezinha fixa? Isso, até pode tornar o quadro famoso como o "Vem cá, te conheço?", que inclusive tem comunidade no Orkut (no Orkut tem de tudo, absolutamente tudo) –, mas há sempre o risco de que ele se torne maçante.

Além disso, não custa nada voltar o Ovídio Maker... O ator que o interpreta não merece fazer papel de Adão pra sempre...

27 de junho de 2005

Português ou enrolês?

Tem gente que se diverte falando mal dos outros. Eu o farei agora porque julgo necessário (embora eu ache divertidíssimo ha ha ha brincadeira).

Hoje, marretarei as traduções de temas de anime. Vejam o caso de Luís Henrique, que fez as versões de Yu Yu Hakusho: ele traduz direito os três primeiros versos e deixa os outros a mercê da sua imaginação - comprovem a diferença gritante entre as versões dele e as traduções feitas por quem sabe japonês no Anime Lyrics (lá está traduzido para o inglês).

Infelizmente, ele não é o único caso de versão feita nas coxas no Brasil. O que não falta são temas traduzidos bem executados lá fora (falo principalmente dos EUA) que, aqui no Brasil, perdem o sentido e se tornam bastante parecidos um com o outro, tornando-se enfadonhos, passando de j-pop a "enrolation" num piscar de olhos. Isso só vai acabar quando os tradutores entenderem que saber japonês e traduzir direito é completamente diferente de tirar uma versão da cabeça.

23 de maio de 2005

Atenção, atenção, atenção!

Obrigado pela atenção. Ha ha ha essa piada funciona até na Internet! Mas falando sério, este post é para indicar aos senhores visitantes dois sites extremamente interessantes: A Arca, que tem uma tonelada de informações, opiniões e entrevistas acerca da nossa bela cultura pop, e o Inu-Yasha´s Place, com músicas, vídeos e outros breguetes de ótima qualidade relacionados ao (segundo) melhor anime da história (perde pro Rurouni Kenshin). Cliquem nos links e não se arrependerão.

22 de maio de 2005

Kenan Rock (no) more

Kenan Thompson é o ator que fez milhões rirem nos EUA, aqui no Brasil e em outros países com o hilariante Kenan & Kel. Enquanto o seriado existia, acredito que Kenan estivesse realmente em alta, mas agora, ele foi parar no elenco do Saturday Night Live, o que eu acho deprimente. O SNL é um bom programa, mas não passa de um lugar adequado - e por que não dizer ideal - para atores de comédia em início de carreira. É lamentável que alguém que sai de uma série do calibre de Kenan & Kel hoje apareça muito de vez em quando num programa de humor de média qualidade...

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http://www.hollywoodknights.com/hk/roster/kenanthompson.jpg

15 de maio de 2005

Amem-no ou deixem-no!

Esse foi o título de um texto publicado no site Inu-Yasha´s Place, da autoria de Layla Rodrigues, a respeito das atrocidades que a Globo fez com o nosso meio-youkai favorito ao exibir o anime cheio de cortes. Confiram:

Depois da desastrosa exibição de Inu-Yasha da Globo, muitas pessoas que não conheciam o anime de Inu-Yasha passaram a sentir o gosto emocionante que o herói e seus companheiros deixam quando estão lutando. No entanto, como já disse, a exibição foi péssima, cheia de cortes e de curta duração, o que fez aqueles novatos no anime (alguns deles apenas) acharem que Inuyasha é ruim! O que fazer então? Quem é o culpado pelo amor e pelo ódio que divide os espectadores da Globo? Ficou confuso de entender o que eu quero dizer, vou me esclarecer: Inu-Yasha, depois de exibido na Globo gerou dois tipos de espectadores do anime, aqueles que gostam do anime e que viraram fãs de Inu-Yasha e aqueles que detestaram Inuyasha e que acharam que a Globo fez bem em descartar o desenho. É neste ponto delicado que quero argumentar, afinal, como fazer com que aqueles que só assistiram Inu-Yasha pela Globo compreendam a grandeza do Anime??? Impossível, e o pior é saber que aqueles que gostam do anime são motivo de riso para os que não conhecem o mundo dos animes, o que gera constrangimento entre os fãs.

Claro que parece ridículo o que estou contando, mas você não se sente envergonhado quando alguém comenta alguma coisa sobre o Inuyasha que é de má índole, ou seja, fala mal do anime. Muitos fãs reclamaram para mim esta semana que não aguentam mais saber que a Globo deplorou o Inuyasha e eu apoio todos eles quando dizem que a Globo assassinou o anime para os espectadores que não podem assistir Inuyasha na teve paga (embora esteja difícil atualmente, já que ele passa tarde da noite!).

Caros fãs de Inu-Yasha, a Globo é um inimigo em potencial para qualquer anime de boa qualidade, já que ela em raras oportunidades passa integralmente os capitulos do anime. A única coisa que se pode fazer é reclamar, colocar a boca no trombone, embora isso não funcione mais já que o anime não é mais exibido na Globo, mas mesmo assim. Até parece que a Globo só fez esta curta exibição para deplorar o anime e fazer com que o anime fosse visto com maus olhos por muitas pessoas que gostam de desenho animado japonês!

Realmente, a Globo foi a pior coisa que aconteceu ao Inu-Yasha com relação a imagem dele nos meios públicos (entre pessoas que não tem tevê por assinatura), mas já que o erro já foi cometido, o jeito é não ter vergonha de defender o anime dos que insistem em julgá-lo mal e principalmente, estar sempre ligado nas novidades que podem aparecer, afinal, Inu-Yasha é Inu-Yasha!


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http://www.inuplace3.kit.net/Imagens/Funny/047.jpg

7 de abril de 2005

Tarde morna

É claro que vocês conhecem o "Tarde Quente", programa da Rede TV apresentado pelo João Kleber. Certo dia, ele desmaiou em pleno programa! Será que era sério ou só ficaram sem idéias sensacionalistas e tiveram que apelar?

3 de abril de 2005

Viva o Casseta!

Para o primeiro post, gostaria de expressar minha felicidade com a volta do Casseta e Planeta, depois de amanhã. Finalmente, chegou o mês de abril, e com ele chegam os novos episódios do único tipo de programa da Globo que presta: os humorísticos.